dimensões e decisões fundamentadas, seguras e criativas, ou seja, se utilizando de métodos diferentes para que o resultado se torne gratificante tanto pra quem faz o ato educativo, mas para quem recebe a ação executada.
“Pensar na formação do professor para exercitar uma adequada pedagogia dos meios, uma pedagogia para a modernidade, é pensar no amanhã, numa
perspectiva moderna e própria de desenvolvimento, numa educação capaz de manejar e produzir conhecimento, fator principal das mudanças que se impõem nesta antevéspera do século XXI. E desta forma seremos contemporâneos do futuro, construtores da ciência, e participantes da reconstrução do mundo...”
(Moraes, 1993).
Informática na Educação é um novo domínio da ciência que em seu próprio conceito traz embutida a idéia de pluralidade, de inter-relação e de intercâmbio crítico entre saberes e idéias
desenvolvidas por diferentes pensadores.
desenvolvidas por diferentes pensadores.
A primeira aplicação pedagógica do computador foi planejada para usá-lo como uma máquina de ensinar skinneriana1 e empregava o conceito de instrução programada. Por essa ótica, o conteúdo a ser ensinado deve ser subdividido em módulos estruturados de forma lógica de acordo com a perspectiva pedagógica de quem planejou a elaboração do material instrucional. No final de cada módulo, o aluno deve responder a uma pergunta, cuja resposta correta leva ao módulo seguinte. Caso a resposta do aluno não seja correta, ele deve retornar aos módulos anteriores até obter sucesso.
O programa do tipo ICAI é desenvolvido a partir da montagem de situações de ensino sobre conteúdos
específicos e de um aluno ideal e inexistente. De acordo com as respostas fornecidas pelo usuário,
o programa pode analisar objetivamente a dificuldade apresentada e fornecer informações complementares.
Também é possível que respostas do usuário ou outros dados sejam acrescentados ao programa,
que se torna cada vez mais sofisticado e abrangente. Assim, um programa do tipo ICAI incorpora três componentes (Martí, 1992: 75) ou modelos:
modelo de expert: estratégias e conhecimentos empregados pelo expert para resolver determinado problema; modelo de diagnóstico: compara as respostas dadas pelo aluno com as respostas do expert; modelo de tutor: fornece informações sobre o conteúdo em estudo e orientações sobre o programa em uso.
Entretanto, mesmo os softwares ditos “inteligentes” não têm condições de analisar as dificuldades subjetivas de um aluno real e nem de verificar que assuntos são mais significativos para lhe propiciar a aprendizagem. Esses fatores dependem do professor, pois o tutor não chega a empregar a amplitude e a complexidade de processos que o professor aciona em sua prática.
específicos e de um aluno ideal e inexistente. De acordo com as respostas fornecidas pelo usuário,
o programa pode analisar objetivamente a dificuldade apresentada e fornecer informações complementares.
Também é possível que respostas do usuário ou outros dados sejam acrescentados ao programa,
que se torna cada vez mais sofisticado e abrangente. Assim, um programa do tipo ICAI incorpora três componentes (Martí, 1992: 75) ou modelos:
modelo de expert: estratégias e conhecimentos empregados pelo expert para resolver determinado problema; modelo de diagnóstico: compara as respostas dadas pelo aluno com as respostas do expert; modelo de tutor: fornece informações sobre o conteúdo em estudo e orientações sobre o programa em uso.
Entretanto, mesmo os softwares ditos “inteligentes” não têm condições de analisar as dificuldades subjetivas de um aluno real e nem de verificar que assuntos são mais significativos para lhe propiciar a aprendizagem. Esses fatores dependem do professor, pois o tutor não chega a empregar a amplitude e a complexidade de processos que o professor aciona em sua prática.
Contudo, como o conhecimento não é absoluto, ao final deste trabalho não disponho de um conhecimento
global do objeto, mas sim de um corpo de conhecimentos provisórios e complexos que me permitem ter uma visão de seu todo.
global do objeto, mas sim de um corpo de conhecimentos provisórios e complexos que me permitem ter uma visão de seu todo.
Referencias:
Martí, E., Aprender con Ordenadores en la Escuela. Barcelona: ICE - HORSORI, Universitat de Barcelona, 1992.
Moraes, M. C., Informática Educativa: Dimensão e Propriedade Pedagógica. Maceió, AL, jan. (não publicado),
1993.
1993.

1 comentários:
Material avaliado.
Prof. Joas M Santos
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